arqui]vos de antropo[logia

[p 5a, 1]

O ideal heróico de Baudelaire é andrógino. Isto não o impede de escrever: “Conhecemos a mulher autora filantropa, a sacerdotisa sistemática do amor, a poetisa republicana, a poetisa do futuro, fourierista ou saint-simoniana; e nossos olhos … nunca conseguiram se acostumar com toda essa feiúra presunçosa.” Baudelaire, L’Art Romantique, tomo III, Paris, Ed. Hachette, p. 340 (“Marceline Desbordes-Valmore”).

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